Há cerca de um mês, um biker do nosso grupo de ciclistas da empresa (GCCEL), mandou mensagem para o Diário Catarinense (DC), sugerindo uma reportagem sobre profissionais (Engenheiros, Analistas de Sistemas, Advogados, Técnicos) que vão pedalando para o serviço, muitas vezes deixando o carro em casa.
Uma repórter do DC gostou da idéia e entrou em contato com eles, perguntando se poderiam acompanhar o trajeto de um dos ciclistas, para poderem fazer a matéria. Inicialmente foi combinado com um biker que já pedala há alguns anos e que mora na Palhoça. Infelizmente, após 3 tentativas frustradas, acabou não acontecendo a reportagem.
Por insistência da repórter, o biker que enviou a mensagem sugeriu fazerem a matéria comigo. Liguei para a repórter e combinamos como seria: na quinta-feira, por volta das 6 da manhã, um repórter e um fotógrafo iriam até a minha residência e me acompanhariam durante a pedalada de ida para o serviço.
Hoje, quinta-feira, por volta das 5:10, o telefone tocou. Acordei achando que era o despertador tocando para me acordar. Quando vi o horário, percebi que devia ter sido uma ligação. Nesse instante, o telefone tocou novamente. Era o repórter dizendo que estava chovendo e perguntando se eu iria pedalar ou iria cancelar. Olhei pela janela e não estava chovendo. Falei que podia vir, pois não estava chovendo nos Ingleses e eu iria pedalando.
Cinco para as seis o carro da reportagem chegou lá em casa com o repórter, o fotógrafo e um motorista. Tirou umas fotos dentro de casa, no estacionamento do residencial (comigo fazendo alongamento) e em seguida montei na bike e comecei a pedalar. Não demorou muito e começou a chover. Ainda bem que não choveu o tempo todo (mais no início) e era uma chuva fraca.
O carro ia à frente e, de vez em quando, paravam para tirar fotos. Após a Univali, me pediram para parar e tirar algumas fotos no trecho sem acostamento. Próximo a entrada de Ratones, pediram para aguardar um ônibus parar no ponto para tirarem uma foto comigo desviando do ônibus parado. No momento que ultrapassava o ônibus, outro passou bem rente pela pista da estrada: fiquei entre os dois veículos.
Na subida do terminal de Santo Antônio, tiraram mais fotos e conversamos um pouco sobre os perigos. Na subida perto de onde ocorreu o desmoronameto, outras fotos, mas desta vez não precisei parar.
Próximo ao Centro Administrativo do Governo, emparelharam o carro com a bike e tiraram mais fotos. No final do bairro João Paulo, antes de subir o elevado que passa sobre a SC-401, alertei-os sobre o perigo que passo para atravessar o elevado e eles tiraram mais fotos.
Ainda tiraram fotos próximo ao cemitério, no trevo que dá acesso à Rodovia Admar Gonzaga, na ciclovia da UDESC, no bicicletário da CELESC, junto com outros bikers, na catraca que permite a entrada, após ter tomado banho e trocado de roupa e no local de trabalho. Muitas fotos! :)
Anotaram muitas coisas. Agora é torcer para que seja escrita uma matéria bem legal, para que incentive outras pessoas a começarem a usar a bike como meio de transporte e comecem a pedalar para ir ao seviço.
No mais, foi tudo bem legal e dentro do previsto, com um pouco de chuva em vários trechos e uma ótima pedalada.
Pedalei!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Pedalando para o Serviço - Chuva
Acordei e fui verificar como estava a rua. Ontem, quando fui dormir, tinha começado a chover. A rua estava seca e achei que o que deveria chover, já tinha chovido à noite.
Me aprontei e fui pedalar. Logo na saída, percebi que tava em vias de começar a chover novamente. Mesmo assim, estava disposto a ir pedalando, mesmo se a chuva ficasse mais forte. Quando estava no início da descida do Morro dos Ingleses, com quase 9 min pedalados, começou a chover. Os óculos me ajudaram na descida, pois, do jeito que os pingos batiam forte nas lentes do óculos, ou teria que reduzir bem a velocidade ou teria que parar a bike.
A partir daí, a chuva não deu trégua. De vez em quando, ela se juntava ao vento contrário, para minha 'felicidade' :). Lá pelo km 16, os tênis molharam por dentro. Pronto, estava completamente encharcado, da cabeça aos pés! :)
Cheguei na empresa e fui tomar um banho quente: excelente! Conferi o material dentro da mochila: roupas, agenda, carteira, pen-drive, lanche... Tudo seco, pois sempre coloco as coisas dentro de plásticos, para evitar molharem, mesmo em caso de chuva, como foi hoje ou em dias de sol.
Mesmo com o vento contra e com a chuva, gostei da pedalada!
A volta foi sem chuva e bem tranquila, chegando em casa com menos de uma hora de pedalo.
Pedalei!
Me aprontei e fui pedalar. Logo na saída, percebi que tava em vias de começar a chover novamente. Mesmo assim, estava disposto a ir pedalando, mesmo se a chuva ficasse mais forte. Quando estava no início da descida do Morro dos Ingleses, com quase 9 min pedalados, começou a chover. Os óculos me ajudaram na descida, pois, do jeito que os pingos batiam forte nas lentes do óculos, ou teria que reduzir bem a velocidade ou teria que parar a bike.
A partir daí, a chuva não deu trégua. De vez em quando, ela se juntava ao vento contrário, para minha 'felicidade' :). Lá pelo km 16, os tênis molharam por dentro. Pronto, estava completamente encharcado, da cabeça aos pés! :)
Cheguei na empresa e fui tomar um banho quente: excelente! Conferi o material dentro da mochila: roupas, agenda, carteira, pen-drive, lanche... Tudo seco, pois sempre coloco as coisas dentro de plásticos, para evitar molharem, mesmo em caso de chuva, como foi hoje ou em dias de sol.
Mesmo com o vento contra e com a chuva, gostei da pedalada!
A volta foi sem chuva e bem tranquila, chegando em casa com menos de uma hora de pedalo.
Pedalei!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Trilha da Vargem Pequena
Acordei e fui conferir o tempo: ótimo para pedal, pois estava nublado e sem ventos. Comecei a pedalar em direção ao início da trilha, no bairro Ratones, próximo à venda do Seu Aldo. O caminho para o bairro Ratones é bem bonito (para ver fotos, 26 a 33, clique aqui).
Cheguei à venda do Seu Aldo e perguntei se a Fazenda Mea-Mea estava próxima, como dizia a referência. Sim e, por coincidência, o Seu Aldo estava por alí, ao lado da sua venda, mechendo com algumas plantas. Ficou faltando uma foto dele. Fiquei sem graça de pedir para tirar...
Pedalei até o início da trilha, atravessei a cerca e comecei.
Agora faltava pouco. Na verdade, faltava um trecho de asfalto e estrada de terra e um pouco de trilha. Segui as referências, mas não encontrei a trilha. Como já estava passando do horário que pretendia chegar, retornei e perguntei como fazia para voltar para a SC-401. Acabei descobrindo que estava mais perto do caminho para o meu bairro do que imaginava.
Pedalei mais uns 20 min e cheguei em casa. Num total de 37,7 km pedalados, apenas 3,6 km foi de trilhas e, destes, no máximo 1 km foi pedalável. No restante, levei a bike para passear :)
Mas valeu a pena, para sair da rotina e conhecer novos caminhos!
Para ver mais fotos, acesse o link: Trilha Ratones - Vargem Grande
Pedalei!
sábado, 5 de dezembro de 2009
Bicicross - Etapa Ipatinga
A viagem para Ipatinga tinha sido bem legal. Foi a maior distância que percorremos para disputar uma prova do Campeonato Mineiro.
A equipe conseguiu ficar num lugar muito bonito, na Área de preservação ambiental da Usipa: tinha um ginásio poliesportivo, um mini-zoológico em volta e alojamentos simples mas muito funcionais, trilhas, piscinas e muitas outras coisas interessantes.
Após nos acomodarmos, fomos procurar um restaurante para almoçarmos, pois já passava de 13 hrs. Sem muitas opções, acabamos almoçando num lugar bem simples, mas que servia um PF (prato feito) excelente. Talvez a fome tenha feito ele ficar mais gostoso ainda.
O próximo local visitado foi a pista (ver foto ao lado, infelizmente também abandonada atualmente). Era uma pista com dois traçados: para as categorias de idades mais baixas, era um traçado mais simples, com uma extensão menor. Para as categorias de bikers mais experientes, a pista era longa e com rampas em descidas, fazendo com que o salto ficasse perigoso e com uma subida bem forte na parte final.
Minha categoria corria pela pista mais simples. Não me aventurei a pular nas rampas existentes na descida, pois fiquei com receio de cair ou mesmo estragar a bike e não poder participar no outro dia.
No domingo, durante a prova, lembro-me de estar conversando com um competidor da minha categoria, que inclusive era o líder do campeonato, e comentei com ele sobre a rixa que tinha com um outro competidor, da minha equipe. Tínhamos até quase brigado uma certa vez, tendo sido separados por outros da equipe. Cheguei a comentar com ele: "Estou torcendo para o Rodrigo (o rival da minha equipe) não se classificar para a final. Quem sabe ele não cai e fica de fora?"
Acabei indo para a final e o Rodrigo também. Não fomos bem na disputa, mas não me lembro das nossas posições.
Durante o retorno para BH, percebi que tinha algo estranho. Meu rival começou a falar comigo em tom agressivo e outros colegas me olhavam com raiva. Não estava entendendo nada, até que um deles me questionou, dizendo se eu achava certo pedir para outro competidor derrubar um colega de equipe. Aí que fui entender: o biker que conversou comigo, foi falar para o meu rival que eu tinha pedido para que o derrubasse durante a prova, para que ele não se classificasse.
Falei que era mentira e que não tinha pedido nada para ele. Como já tínhamos uma rixa e outros da equipe sabiam disso, preferiram acreditar no outro cara, infelizmente.
Depois deste acontecimento, fiquei marcado negativamente na equipe, fator que contribuiu para desistir de continuar a competir no ano seguinte.
Pedalei!
A equipe conseguiu ficar num lugar muito bonito, na Área de preservação ambiental da Usipa: tinha um ginásio poliesportivo, um mini-zoológico em volta e alojamentos simples mas muito funcionais, trilhas, piscinas e muitas outras coisas interessantes.
Após nos acomodarmos, fomos procurar um restaurante para almoçarmos, pois já passava de 13 hrs. Sem muitas opções, acabamos almoçando num lugar bem simples, mas que servia um PF (prato feito) excelente. Talvez a fome tenha feito ele ficar mais gostoso ainda.
Minha categoria corria pela pista mais simples. Não me aventurei a pular nas rampas existentes na descida, pois fiquei com receio de cair ou mesmo estragar a bike e não poder participar no outro dia.
No domingo, durante a prova, lembro-me de estar conversando com um competidor da minha categoria, que inclusive era o líder do campeonato, e comentei com ele sobre a rixa que tinha com um outro competidor, da minha equipe. Tínhamos até quase brigado uma certa vez, tendo sido separados por outros da equipe. Cheguei a comentar com ele: "Estou torcendo para o Rodrigo (o rival da minha equipe) não se classificar para a final. Quem sabe ele não cai e fica de fora?"
Acabei indo para a final e o Rodrigo também. Não fomos bem na disputa, mas não me lembro das nossas posições.
Durante o retorno para BH, percebi que tinha algo estranho. Meu rival começou a falar comigo em tom agressivo e outros colegas me olhavam com raiva. Não estava entendendo nada, até que um deles me questionou, dizendo se eu achava certo pedir para outro competidor derrubar um colega de equipe. Aí que fui entender: o biker que conversou comigo, foi falar para o meu rival que eu tinha pedido para que o derrubasse durante a prova, para que ele não se classificasse.
Falei que era mentira e que não tinha pedido nada para ele. Como já tínhamos uma rixa e outros da equipe sabiam disso, preferiram acreditar no outro cara, infelizmente.
Depois deste acontecimento, fiquei marcado negativamente na equipe, fator que contribuiu para desistir de continuar a competir no ano seguinte.
Pedalei!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Pedalando para o Serviço - 101 e 100
A ida foi com um vento contrário forte e constante. Estava nublado e, com o vento, bem agradável para se pedalar. Cheguei sem problemas no serviço.
O vento contrário da ida tornou-se o amigo da volta. Por pouco não bati meu recorde, mas fiz meu segundo melhor tempo, entre as 100 pedaladas de retorno que já fiz até hoje.
Para mim, o fato mais importante foi ter conquistado estes números: 101 idas e 100 voltas! Muita coisa aconteceu durante estas pedaladas, várias relatadas aqui.
Semana que vem, se Deus quiser, farei minhas últimas pedaladas para o serviço antes de entrar de férias. Ainda terei tempo de pedalar mais alguns dias, antes do fim do ano. Meu objetivo é conseguir ultrapassar os 6 mil km. Estou quase conseguindo! :)
Pedalei!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Bicicross - Uniforme da Albatroz
Desde que comecei a treinar com a equipe Albatroz que falavam sobre a camisa de mangas longas que seria feita e distribuída para os integrantes da equipe. Teria direito à camisa aqueles que treinavam e participavam das competições. Eu fazia as duas coisas, portanto, com certeza, ganharia a camisa.
Depois de alguns meses, as camisas ficaram prontas e decidiram que seriam entregues numa prova que ocorreria no domingo seguinte. Esta prova (que não era uma competição de bicicross) seria disputada entre estradões de terra e trilhas, com largada em Pará de Minas e chegada em Betim.
Ainda não tinha pedalado uma distância tão grande quanto esta. Comecei a ficar com vários receios: e se a bike estragasse? E se o pneu furasse? E se eu caísse e me machucasse? E se chovesse, tendo muita lama? Como faria para chegar se alguma destas coisas ocorressem? A distância era bem grande...
Continuava em dúvida, até que acordei cedo (por volta das 6 da manhã) no domingo e estava chovendo muito forte. Certamente adiariam a prova. Voltei a dormir. Lá pelas 10 hrs, acordei novamente e vi que o sol brilhava. Será que a prova tinha acontecido?
Sim, a disputa, mesmo com chuva, ocorreu. Fiquei sabendo no outro dia, durante o treinamento da equipe. Também fiquei sabendo de outros detalhes: além de levar a equipe, um destes caminhões menores foi disponibilizado para recolher a turma que se machucava ou que a bike estragava. Quem foi disse que tinha sido excelente! Uma das melhores competições que já tinham participado. Também foram distribuídas as camisas para o pessoal da equipe e, pelo que fiquei sabendo, para outras pessoas e ciclistas, que não treinavam, mas eram conhecidos do treinador.
Resumo da história: perdi a prova, perdi a camisa, pois todas foram entregues e acabei ficando decepcionado comigo (por ter sido vencido pelos receios) e, principalmente, com o treinador, que não teve a mínima consideração com aqueles que eram da equipe e não foram naquela disputa. Certamente tínhamos mais direito do que seus amigos.
Desta vez, Não Pedalei! :)
Depois de alguns meses, as camisas ficaram prontas e decidiram que seriam entregues numa prova que ocorreria no domingo seguinte. Esta prova (que não era uma competição de bicicross) seria disputada entre estradões de terra e trilhas, com largada em Pará de Minas e chegada em Betim.
Ainda não tinha pedalado uma distância tão grande quanto esta. Comecei a ficar com vários receios: e se a bike estragasse? E se o pneu furasse? E se eu caísse e me machucasse? E se chovesse, tendo muita lama? Como faria para chegar se alguma destas coisas ocorressem? A distância era bem grande...
Continuava em dúvida, até que acordei cedo (por volta das 6 da manhã) no domingo e estava chovendo muito forte. Certamente adiariam a prova. Voltei a dormir. Lá pelas 10 hrs, acordei novamente e vi que o sol brilhava. Será que a prova tinha acontecido?
Sim, a disputa, mesmo com chuva, ocorreu. Fiquei sabendo no outro dia, durante o treinamento da equipe. Também fiquei sabendo de outros detalhes: além de levar a equipe, um destes caminhões menores foi disponibilizado para recolher a turma que se machucava ou que a bike estragava. Quem foi disse que tinha sido excelente! Uma das melhores competições que já tinham participado. Também foram distribuídas as camisas para o pessoal da equipe e, pelo que fiquei sabendo, para outras pessoas e ciclistas, que não treinavam, mas eram conhecidos do treinador.
Resumo da história: perdi a prova, perdi a camisa, pois todas foram entregues e acabei ficando decepcionado comigo (por ter sido vencido pelos receios) e, principalmente, com o treinador, que não teve a mínima consideração com aqueles que eram da equipe e não foram naquela disputa. Certamente tínhamos mais direito do que seus amigos.
Desta vez, Não Pedalei! :)
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Pedalando para o Serviço - Ventos
Ontem preparei a mochila e a roupa de biker, mesmo estando chovendo muito forte. Minha esperança era que o dia amanhecesse sem chuva, para poder ir pedalando.
E ainda bem que deixei tudo arrumado, pois o dia amanheceu lindo e a rua estava inclusive bem seca. Somente o barulho de vento gerava um pouco de preocupação... Me aprontei, fiz aquecimento e fui pedalar...
A ida foi tranquila, mesmo tendo vento contrário forte em alguns trechos. Mas consegui um ritmo bom e cheguei sem problemas ao serviço.
O retorno começou muito bom. Estava num ritmo excelente, com tempo recorde. Além da empolgação, um vento amigo me ajudava a imprimir uma velocidade média bem alta, acima de 30 km/h. Entretanto, nos 15 min finais, ao entrar na SC-403, a direção do vento mudou. Tudo que tinha ganhado em termos de tempo (estava uns 50 seg abaixo do meu recorde) eu perdi o triplo :) Não veio tão fácil, mas foi bem rapidinho :)
Consegui chegar abaixo de 58 min, num tempo excelente, mesmo depois de tanto vento. Foi ótimo!
Pedalei!
E ainda bem que deixei tudo arrumado, pois o dia amanheceu lindo e a rua estava inclusive bem seca. Somente o barulho de vento gerava um pouco de preocupação... Me aprontei, fiz aquecimento e fui pedalar...
A ida foi tranquila, mesmo tendo vento contrário forte em alguns trechos. Mas consegui um ritmo bom e cheguei sem problemas ao serviço.
O retorno começou muito bom. Estava num ritmo excelente, com tempo recorde. Além da empolgação, um vento amigo me ajudava a imprimir uma velocidade média bem alta, acima de 30 km/h. Entretanto, nos 15 min finais, ao entrar na SC-403, a direção do vento mudou. Tudo que tinha ganhado em termos de tempo (estava uns 50 seg abaixo do meu recorde) eu perdi o triplo :) Não veio tão fácil, mas foi bem rapidinho :)
Consegui chegar abaixo de 58 min, num tempo excelente, mesmo depois de tanto vento. Foi ótimo!
Pedalei!
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