sexta-feira, 29 de abril de 2011

Pedalando para o Trabalho - Bons pedais

O dia estava já clareando, com pouco vento e temperatura um pouco fria, quando saí pedalando para o trabalho. Fui aos poucos aumentando o ritmo e, sem sobressaltos, cheguei à empresa, quase gastando o mesmo tempo que ontem.

A tarde estava muito bonita. Aproveitei para sair rapidamente, após o expediente. Na primeira metade do percurso o sol ainda estava presente. Um vento contrário apareceu junto com um lindo por de sol. O clima favorável também contribuía para um bom pedal.

Cheguei em casa com 57 minutos de pedalada e fechei mais uma semana com 4 pedais para o trabalho!

Pedalei!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Pedalando para o Trabalho - Sem rotina

Ainda não está sendo necessário usar uma blusa de manga comprida. Mas já falta pouco! :) Saí pedalando num bom ritmo e fui aumentando aos poucos. A ida foi bem tranquila e cheguei com menos de uma hora de pedal à empresa.

Durante a parte da tarde, a chuva, que andava sumida, apareceu! E, antes do retorno, ela caía bem forte. Tive que ficar um pouco mais além do horário do expediente e acabei saindo à noite, quando já havia escurecido, mas, por outro lado, a chuva já estava fraca.

Comecei pedalando num ritmo mais tranquilo: a escuridão, a garoa, o asfalto molhado e o acostamento com areia e pedras me ajudaram a decidir pela diminuição da média de velocidade! :) Nessas condições, a adrenalina aumenta e o nível de concentração também, para evitar que um buraco ou algum obstáculo possa derrubar o ciclista.

Mesmo com estas condições adversas, cheguei sem problemas em casa.

Pedalei!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Pedalando para o Trabalho - Duplicação, parte 2

Mesmo tendo saído um pouco atrasado, resolvi aproveitar para fazer mais uns registros (espalhados por todo o texto) das obras de duplicação da SC-401. De acordo com o projeto que foi divulgado, teremos ciclovia neste trecho que será duplicado, o que certamente beneficiará muitos 'bicicleteiros' como eu! :)

O dia já estava bem claro e com o sol subindo, quando saí pedalando. A temperatura estava um pouco baixa, fazendo com que eu sentisse um pouco de frio até o final do Morro dos Ingleses. Ao passar pelas obras de duplicação, tirei várias fotos. Voltei a pedalar, num bom ritmo, fazendo com que eu chegasse à empresa gastando cerca de 1 hora de pedal!


Para a volta, meu colega que tem uma speed(estradeira) me convidou para retornarmos juntos. Ele tinha dito que não pretendia forçar muito e, de fato, hoje pedalamos num ritmo que para ele era médio e para mim era ótimo! :) Fui aproveitando a 'carona' dele, pedalando bem próximo e tendo até que frear em algumas oportunidades.

Infelizmente, no trevo para Jurerê ele fez o retorno para a casa dele, enquanto que, aproveitando o esforço reduzido que eu tinha feito, pedalei num ritmo forte, após me desvencilhar do congestionamento existente da redução das pistas (de duas para uma). Após as obras, o trânsito ficava mais rápido. Mesmo já tendo escurecido, fui numa boa velocidade e cheguei pouco tempo depois em casa.

Pedalei e Registrei! :)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Pedalando para o Trabalho - Duplicação da SC-401

Há alguns dias as obras de duplicação na SC-401 começaram. Hoje resolvi fazer alguns registros, durante a pedalada de ida para o trabalho. Já existem semáforos que ainda não estão funcionando e algumas obras perto de uma passarela no bairro Vargem Pequena.

A pedalada de ida foi tranquila, beneficiada pelo clima, um pouco mais frio, e ausência de vento. Fui num ótimo ritmo, mesmo tendo parado para fazer uns registros das obras, e levei menos de uma hora para chegar à empresa.

Antes do retorno, uma passagem em um shopping próximo à empresa e duas lojas de bike, onde comprei uma bomba de encher câmaras (a outra estragou durante o 'Audax Angelina') e 3 alavancas de ferro, para facilitar a retirada e a colocação de pneu.

Já estava escuro quando iniciei a pedalada de volta. Vim novamente num forte ritmo. Ao passar perto do local das obras de duplicação, havia uma engarrafamento que iniciava antes do final da pista duplicada da SC-401 e se prolongava até onde estavam os semáforos que pareciam estarem sendo ligados quando eu passei. Mais uma vez contando com um bom clima e pedalando forte, cheguei com pouco mais de 52 min em casa, mas por um caminho menor em relação ao que fiz na ida para o trabalho.

Pedalei!

sábado, 23 de abril de 2011

Audax Peregrinação - Volta

Cheguei à praça central e fui procurar algum 'raça laranja'. Demorou um pouco até encontrar algum. Juntos saímos para procurar os outros. Demos uma volta na praça empurrando a bike e fomos encontrar mais 3 bikers do nosso grupo quase em frente à Igreja Matriz. Através deles fiquei sabendo que o biker com o qual tinha combinado de voltar pedalando já tinha retornado, pois ele tinha chegado cerca de 1 hora antes. Mesmo assim, ainda pretendia voltar de bike, mesmo que sozinho, pois pretendia fazer um treino, pedalando durante a madrugada, para a participação num Audax 300 km, que geralmente começa às 23 horas.

Saímos à procura do restaurante onde as reservas haviam sido feitas. Detalhe: foi combinado que jantaríamos entre 9 e 10 da noite e já passava das 11 horas! Como era de se esperar, já estava fechado, mas havia alguns clientes dentro. Apesar da atendente nos olhar com uma cara feia devido ao atraso e de mostrar que não pretendia abrir, acabamos entrando para jantar. O resto do grupo chegou cerca de uns 20 minutos depois.

Inicialmente não pretendia jantar. Somente comer um sanduíche que tinha levado tomando coca-cola :), algumas frutas e uma barra de cereal. Mas ao ver a comida, que estava com uma 'cara' boa e um cheiro delicioso, não resisti. Mandei ver dois pratos caprichados! Após 'matar' o que estava me 'matando', a fome, fui arrumar o pneu da bike.

Ainda bem que mais uma vez recebi ajuda de um amigo do grupo. Foi difícil retirar e também recolocar o pneu, para poder trocar a câmara, mas felizmente conseguimos e, depois disso, o pneu não esvaziou mais.

Estava prestes a aceitar o convite de alguns integrantes do Grupo Pedal Continente para voltar de ônibus com eles, quando um biker me perguntou se eu voltaria pedalando. Sozinho eu não estava animado, mas agora teria companhia até a Trindade. Combinamos que voltaríamos pelo asfalto e começamos a nos preparar. Compramos água, troquei o farol dianteiro, verificamos as bikes e partimos!

Cheguei a procurar alguém do grupo para dizer que não iria mais com eles, mas eles já estavam a caminho da Gruta.

Logo na saída, cerca de 45 minutos do sábado, uma placa indicativa exibia: 13 km até a BR-282 e 53 km até a BR-101. Pelas minhas contas, o retorno seria mais longo, mas, sendo no asfalto, seria mais rápido.

Como Angelina fica num vale na região serrana, teríamos que subir antes de começar a descer. Mas nenhum dos dois imaginava que seriam mais de 10 km de subida! Já tínhamos subido muito e ainda faltavam muito mais subidas, quando meu colega, que sentia muitas dores no joelho direito, resolveu empurrar a bike na subida, para amenizar o sofrimento dele. A partir deste momento, toda subida ele empurrava, enquanto eu pedalava, esperava ele chegar, me ultrapassar e depois eu voltava a pedalar.

Era tanta subida que eu suava mais do que no Audax, mesmo com a temperatura beirando a casa dos 10 graus. A água estava prestes a acabar, quando achamos um quiosque aberto para atender aos peregrinos que eram poucos, mas ainda caminhavam em direção a Angelina. Pode-se dizer que foi uma benção encontrar o quiosque aberto e com um vendedor gente boa, pois nos vendeu quatro garrafinhas de água por '5 pila' (era tudo que nos restava, o preço normal da garrafinha era R$ 2,00) . Ele também nos informou que faltava cerca de 1 km de subida e depois seriam 23 km de declive! Agradecemos muito e partimos.

Fui pedalando e meu amigo empurrando, até chegarmos ao topo, onde a descida iniciou. Descemos um bom tempo, mas não 23 km. Mais um pouco e chegamos ao Portal de Rancho Queimado. Depois de mais um tempo descendo, não muito, nova subida, pouco íngrime, mas extensa.

Terminada a subida, veio a descida mais sensacional que já fiz em cima de uma bike. Estava escuro e os faróis iluminavam pouco. A descida era bem forte e o asfalto estava sem buracos. Nossa velocidade média era em torno de uns 50 km/h, eu acho. O vento no rosto, a adrenalina correndo nas veias e a descida não terminava. Normalmente íamos pelo meio da pista, entrando no acostamento quando algum veículo passava por nós e retornando para a pista de rolamento logo em seguida. Não sei quantos quilômetros descemos, mas sei que foi uma sensação incrível e uma aventura inesquecível e indescritível através de palavras!

Voltamos ao esquema de aproveitar as decidas e planos e diminuir o ritmo nas subidas (mesmo poucas e não tão fortes, meu colega somente conseguia subir empurrando). Também aproveitávamos para fazer pequenas paradas de descanso.

Faltando 5 km para chegarmos à BR-101, paramos no portal de Palhoça. Tomamos um pouco d'água, comemos e descansamos por uns 5 min. Até deitamos. Acho que se ficássemos mais um pouco deitados eu acabaria dormindo por ali. Já estava ficando difícil ficar acordado.

Voltamos a pedalar e o cansaço nos fez parar num posto já próximo do trevo para Florianópolis. Conversamos e combinamos o restante da pedalada. Dividimos o sanduíche que tinha levado para ser minha janta, descansamos um pouco e partimos. A vontade de dormir aumentava.

Retornamos à pedalada e paramos um pouco antes da Ponte Pedro Ivo. Decidimos passar por cima da mesma, ao invés de irmos pela passarela, pois ainda estava escuro, mesmo sendo quase 6 da manhã. Meu colega ainda me passou metade de uma garrafinha de água que sobrou e uma pastilha de repositor de energia (que transformava a água em um 'Gatorade'), pois ele me disse que eu precisaria, afinal de contas, pedalaria pelo menos uns 20 km a mais em relação a ele.

Atravessamos a ponte, pegamos a ciclovia da beira mar norte (onde meu colega pedalou em pé na bike para diminuir as dores no joelho direito) e já comemorávamos a conquista deste retorno. Ao chegarmos na passarela próxima ao teatro do CIC, nos despedimos e cada um tomou seu rumo: ele Trindade, eu Ingleses.

De cara tive que encarar a subida do morro do cemitério do João Paulo na SC-401. Estava tonto de tanto sono que sentia. Aos poucos consegui vencê-la. Próximo ao Centro Administrativo do governo, parei em uma casinha de ponto de ônibus. Acabei com as frutas que ainda tinha e também com a última barra de cereal. Descansei um pouco, torcendo para que o sono passasse, mas isso não aconteceu.

O dia tinha acabado de amanhecer. Não tinha outra opção que não fosse voltar a pedalar. Conhecia muito bem o percurso e sabia que faltava bastante ainda: seriam 20 km que aparentariam uns 40 km pelo menos!

Talvez uma intervenção divina ou reflexos condicionados, o certo é que coloquei no 'piloto automático' e fui quase dormindo em cima bike. Algumas vezes cheguei quase a cair em buracos, até perceber a direção errada e voltar para o caminho. Para 'contribuir', estava difícil ficar sentado. Foi assim todo o caminho, somente melhorando quando cheguei ao topo do Morro dos Ingleses. Desci aproveitando o vento no rosto para me acordar e pouco tempo depois cheguei em casa!

Foram 201.7 km pedalados no total. Somente na volta foram 107.6 km, numa média de 19.5 km/h e gastando cerca de 5 horas e 31 min.

Só queria um banho, tomar água, comer algo e descansar!

Na parte da tarde, ainda fui à praia comer um peixe e descansar à beira mar, aproveitando a tarde maravilhosa e o barulho do mar ajudando no meu descanso.

Pedalei, muito, muito mesmo!

ps.1: meu dedo mindinho da mão direita ainda está 'anestesiado', mesmo depois de 30 horas após a pedalada...

ps.2: passei o resto do dia cansado e me recompondo, pois o cansaço foi extremo, mais do que todas as participações nas provas de Audax.

ps.3: meu MP-4 travou e não tirou mais fotos logo após a chegada a praça de Angelina-SC, motivo pelo qual não fiz qualquer registro na volta.

ps.4: acredito que fiquei com créditos em relação às Graças e ao perdão dos pecados, se levar em conta o sofrimento da volta! :)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Audax Peregrinação - Ida

Estava na dúvida se pedalaria até Angelina-SC, na quinta-feira, saindo dos Ingleses. Tinha algumas opções: pela manhã, partindo de São Pedro de Alcântara ou de Florianópolis; pela tarde, saindo de São José. Optei por esta última.


Objetivo
Fazer a peregrinação tradicional para Angelina, onde muitos vão andando, outros de bicicleta, a cavalo e também motorizados (motos, carros), de quinta para sexta-feira santa.

Segundo a tradição, os fiéis fazem este percurso com o objetivo de agradecer as Graças obtidas e também o perdão dos pecados.


Preparativos
Comprei um novo pneu e substituí os dois da bike Ventania, além de dar uma geral nela. Terminei a arrumação pouco antes de almoçar e parecia que teria problemas com o pneu traseiro, pois, sem qualquer explicação, ele esvaziou de repente. Infelizmente esta previsão se concretizou.

Levei o camel-back, duas garrafinhas de água, duas câmaras sobressalentes, remédio para dor lombar, frutas (bananas, maçã e pêra), quatro barras de cereais, sanduíche de presunto e queijo e algumas peças de roupa (camisa de ciclista, blusa de manga comprida e toalha de rosto).


Percurso
Minha idéia era ir pela estrada de terra e voltar pedalando pelo asfalto. Saindo de Ingleses rumo a São José, Colônia Santana, São Pedro de Alcântara, Angelina, Rancho Queimado, Palhoça, Florianópolis, Ingleses. Estimativa inicial de aproximadamente 190 km. Quase um Audax!


Trecho Inicial
Saí pedalando por volta das 15:30 e teria que ir num bom ritmo para conseguir chegar às 17 hrs em São José, na Ciclovil Bike, de onde a turma do Pedal Continente (Raça Alaranjada) e amigos partiriam.

O fato de ter almoçado meia hora antes e o pneu traseiro um pouco murcho contribuíram para que minha média não fosse muito boa. Além disso, não poderia forçar muito no início, pois a parte pesada da pedalada seria mais à noite.

Felizmente o dia nublado e a ausência de vento foram pontos bem positivos e acabaram me permitindo chegar a tempo!

Fui cumprimentar o pessoal e procurar algum parceiro para voltar pedalando, pois quase todos voltariam de ônibus. Encontrei e aproveitei para fazer uns registros. Pena ter esquecido de verificar o pneu traseiro da bike.


Saída de São José
A Polícia Militar disponibilizou um batedor e uma viatura para fazer a cobertura durante o trecho inicial. Foi excelente! Nos sentimos importantes ao vermos o trânsito parado para nossa passagem. Não tínhamos pedalado um quilômetro, quando o pneu traseiro da bike esvaziou completamente. Alertei o pessoal que não precisava me esperar, pois logo voltaria a pedalar, após encher a câmara. Demorei mais do que esperava e o grupo tinha sumido da minha vista.

Voltei a pedalar e tive que imprimir um ritmo forte, para encontrar o grupo. Ainda bem que tinha uma idéia do caminho. Levei uns 20 minutos para encontrá-lo. Pouco tempo depois paramos e agradecemos aos policiais que fizeram nossa escolta, pois a partir dali seguiríamos por nossa conta. Aproveitei para encher um pouco mais o pneu traseiro.


Chegada a São Pedro de Alcântara
Terminada a escolta, o grupo seguiu num bom ritmo, sempre prezando pela segurança e não deixando nenhum integrante para trás. Tínhamos um caminhãozinho de apoio e também um carro. Fazíamos algumas paradas para reagrupamento e continuávamos a pedalar.

No portal de São Pedro de Alcântara fizemos uma parada prolongada e até recebemos água ofertada pelo pessoal que dá apoio aos peregrinos.

Voltamos a pedalar e pouco tempo após um novo reagrupamento, chegamos à praça central de São Pedro de Alcântara, onde fizemos uma parada especial, antes de partirmos para a parte complicada do percurso. Aproveitei para novamente calibrar o pneu traseiro da bike.

Fizemos um "auê" na praça! :) Eu e um amigo ficamos proseando com uma família local, sobre nossa aventura.


Chegada à Angelina
Saímos da praça e, um pouco antes de chegar à estrada de terra, meu farol dianteiro saiu da posição. Parei para arrumá-lo. Como das outras vezes, falei para o pessoal continuar e o caminhãozinho parou para me perguntar se queria ajuda. Expliquei o motivo e falei para seguirem. Mesmo assim, um amigo resolveu voltar e ficou me aguardando.

Voltamos a pedalar e, depois de alguns minutos, encontramos o grupo. Neste trecho de estrada de chão as subidas estavam mais fortes e frequentes, forçando o grupo a parar algumas vezes para reagrupamento.

Antes do topo de uma das subidas, o primeiro caso de pneu furado. Uns cinco bikers pararam para auxiliar e a galera 'do fundão' continuou. Percebi que o pneu da minha bike estava quase murcho e fui procurar um local iluminado para enchê-lo. Alguns bikers pararam e me auxiliaram a encontrar o pino adaptador de bico fino para grosso, o qual utilizo para encher o pneu e que tinha caído no mato. Resolvido o problema, seguimos morro acima até um barzinho onde o grupo fez novo reagrupamento. Só que desta vez o número de bikers estava reduzido pois alguns já tinham seguido.

Um peregrino que estava vindo caminhando, sentou-se e agradeceu a Deus por ter um lugar para descansar. Foi quando comentei que "só damos o devido valor às coisas simples quando elas nos são retiradas". Ele concordou e conversamos um pouco. Faltavam cerca de 14,5 km para a chegada. Segundo comentários, com os morros mais fortes.

Saímos para o trecho final. Procurava pedalar próximo de algum biker que ia num bom ritmo para poder economizar meu farol dianteiro, pois precisaria dele para a volta.

Nova parada num local de apoio a peregrinos. Estava sozinho neste momento. Segundo os apoiadores, faltava um pouco de subida até uma placa no alto daquele morro e, depois, um descidão, uma subidona e outra descida forte! Continuei a viagem.

No alto do morro, sob a placa, um biker aguardava a turma. Logo outro retornou e se juntou a nós. Aguardamos outros bikers do grupo e, em pouco tempo, já éramos mais de 10 reunidos ali no escuro sob a luz do luar! :) A lua, que estava encoberta quase todo o tempo, dava um show de beleza neste momento!

Um biker conhecedor do caminho nos deu dicas importantes e fomos para os trechos finais. A primeira descidona foi bem legal. O subidão foi de castigar. Tive uma sensação de vitória quando consegui vencê-lo. Na segunda descidona, novamente precisei encher o pneu, no que seria a última vez.

Cheguei à Angelina, quase 23 hrs, após 94.1 km pedalados em 5 horas e 7 minutos e fui direto para a praça central, que estava cheia de gente, como se fosse uma grande festa!

Agora era aproveitar um pouco, descansar, me alimentar e me preparar para o retorno!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Pedalando para o Trabalho - Vento e Banco

Hoje o dia estava amanhecendo com 'jeito de chuva'. Nublado, pouca claridade e, para 'melhorar', um vento forte contrário, que dificultou minha pedalada, nos primeiros 10 km. Depois o vento diminuiu, mas não consegui melhorar o ritmo. A chuva não apareceu e cheguei dentro do meu tempo médio, bem cansado, mas curtindo a pedalada.

O retorno foi tranquilo. Inicialmente tive que passar numa agência bancária, de onde comecei minha pedalada de retorno. Estava pedalando forte, num ótimo ritmo, até os últimos 8 km, quando a escuridão e o cansaço chegaram. Liguei os faróis e diminui o ritmo. Ainda consegui fazer uma ótima média de 30 km/h !

Pedalei!